Jim Jarmusch

Estudou na escola de cinema da Universidade de Nova Iorque, sem ter no entanto terminado os seus estudos. Optou antes por aproveitar o financiamento da bolsa de que dispunha para produzir o seu primeiro filme, Permanent Vacation.
A sua primeira grande produção ocorreu em 1982 com o filme Stranger Than Paradise, o que lhe valeu a aclamação da crítica pelo seu estilo próprio. Trata-se de um marco do cinema independente americano.
Em 1995, Jarmusch realizou Dead Man, um filme passado no Oeste da América do Norte no Século XIX, protagonizado por Johnny Depp e com Gary Farmer no elenco. Este filme viria a ser qualificado como Western, “anti-Western,” e “pós-Western” por variados críticos. Além disso, é considerado como um dos poucos filmes filmados por um caucasiano capaz de transmitir de forma crível a cultura dos Índios Americanos. O filme foi filmado a preto e branco pelo director de fotografia Robby Müller e possui trilha sonora composta e tocada por Neil Young. Filmow.

Aqui vai os filmes que valem mesmo a pena reservar um tempo para ver:

Ghost Dog (Forest Whitaker) é um samurai dos tempos modernos que, ao mesmo tempo em que atua como matador de aluguel, serve com devoção ao homem que salvou sua vida quando era criança, Louie (John Tormey).

Um dos bons esse, alavancou a carreira com um filme que mostra a violência e o crime em New Jersey, Ghost Dog: The Way of the Samurai. É um filme que vi alguns pedaços, avulsos, e nunca consegui ver inteiro, mas vale muito a pena ver, nunca consegui uma cópia ou um tempo na TV a cabo, (aliás se por ventura alguém tiver posse do mesmo entre em contato que eu agradeceria =D)

Don Johnston (Bill Murray) é um solteirão convicto, que terminou recentemente mais um namoro. Repentinamente ele recebe uma carta cor-de-rosa, que diz que ele possui um filho de 19 anos. Surpreso e curioso, Don decide então partir pelos Estados Unidos em busca do filho desconhecido.

Lindo de mais, Bill Morray estava ótimo, incrível que antes de ver esse filme eu tinha um preconceito enorme com ele, ( não vejo ele muito bem como um ator sério, ou que leve a carreira a sério)

Série de 11 curtas-metragens sobre diversos personagens que, bebendo café e fumando cigarros, discutem os mais variados temas, tais como picolés com cafeína, Abbott & Costello, a ressurreição de Elvis Presley, a forma correta de se preparar um chá inglês, as invenções de Nikola Tesla, desentendimentos familiares, Paris nos anos 1920, rock, hip hop e o uso da nicotina como inseticida.

É bem rápido a coletânea mas é muito boa, gostei de mais, até o iggy pop ficou legal. E a Kate Blanchet, nossa, conquistou mesmo meus olhos. Definitivamente um dos sorrisos mais bonitos que existem.

Três desajustados se encontram em uma cadeia de Nova Orleans e têm que aprender a conviver juntos. Cult-movie e um dos mais importantes filmes do cinema independente americano dos anos 80, Down by Law é uma obra que mostra seres que vivem nos limites da sociedade, longe dos ideais do sonho americano. Bela fotografia de Roby Muller (Paris, Texas) em preto e branco, trilha sonora de John Lurie e Tom Waits, e a interpretação mágica e em início de carreira de Roberto Benigni.

É um bom longa, mas cansativo, e em certa parte costuma a ser bem piegas, as atuações não são tão irresistíveis quanto os papeis pedem, e eu posso ser meio contraditório ou mesmo um charlatão ao dizer isso, mas só Roberto Benigni para salvar, mesmo assim ainda é um filme a ser visto.

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