O Ataque (White House Down)

Sinopse:

Em O Ataque, da Columbia Pictures, o policial do Capitólio, John Cale (Channing Tatum), foi recusado para o emprego dos seus sonhos no Serviço Secreto na guarda do presidente James Sawyer (Jamie Foxx). Sem querer decepcionar a sua filhinha com essa notícia, ele a leva numa visita à Casa Branca, quando o local é invadido por um grupo paramilitar pesadamente armado. Agora, com a sede do governo do país imersa no caos e o tempo se esgotando, caberá a Cale salvar o presidente, a própria filha e o país. Sony Pictures

Quantos filmes com essa mesma levada ainda serão produzidos? Um presidente que mesmo com a sua politicagem é um homem bom que só quer mudar seu país, uma conspiração por trás do chefe maior de uma nação, uma eminente ameaça terrorista (distorcida pela mídia), o próprio desespero por noticia que facilita ainda mais a distorção de qualquer realidade por repórteres e jornais sem nenhum pudor (vence quem chega na frente) um herói típico americano, representando a força do povo…

São tantos clichés remodelados que seria difícil demais destacar todos aqui, então fiquemos apenas no filme em questão. Devo dizer que mesmo com um sucesso absoluto interpretando Django e com mais um filme super cotado para sair (Amazing Spider man 2) Jamie Foxx não me desse, toda fez que vejo que ele está presente em um cast fico com uma preguiça enorme de assistir o filme, por que sei que em algum momento, alguma tirada totalmente desnecessária vai ser feita com ele, o que nesse filme foi um exagero tremendo. Gosto muito de Channing Tatum (i not sure why) , sem falar da irmã de Donnie Darko, Maggie Gyllenhaal. Mas nenhuma atuação poderia salvar um filme tão piegas e destoante.

O filme, que sustenta sucessos passados do produtor/diretor Roland Emmerich, é só uma das opções de chamar o publico para um filme que não trás mais nada de novo, como fora algumas de suas produções, como “Independence Day”(1996), “O Patriota” (2000) e “O dia depois de Amanhã” (2004), o que não deixa de ser esquisito, um bem sucedido diretor/produtor alemão, ser o responsáveis por três dos maiores filmes Estadunidenses carregados de senso de patriotismo e de como os “Yankes são fódas”.

Realmente o filme nada trás de novo. O presidente sofre um atentado, um fanático quer forçar uma guerra mundial, uma equipe de mercenários é paga para trabalhar (sem saber ao certo a que profundidade o plano chega) um golpe para tirar o então presidente do comando e colocar outro em seu lugar. Terrorista bom é terrorista morto…

Uma única pontinha de salvação, seria advinda (e isso é só um ponto de vista exclusivamente meu) do referencial histórico que a casa branca tem. O roteiro bem que tentou puxar um pouco por esse lado, mas é tão pouco, que dez segundos de busca na internet se consegue mais do que é apresentado. O filme tem muita sequencia de ação, MUITA, o que não o torna menos cansativo se um ou dois filmes com a mesma temática já foram vistos.

Pois é galera, o 11 de setembro está chegando, uma quase certa possível invasão a síria seguido de sua ocupação está a pouco de ser feita, a popularidade do presidente dos EUA lá no chão e uma eminente terceira guerra mundial nas nossas portas. Não precisa nem fazer força em um artigo para considerar esse filme um tanto quando uma tacada de marketing politico. Mas como um sensato ignorante politico, devo me abster de tais comentários aqui no artigo para não falar bobagem. Por hora.

Avaliação CcW: 05/10

Trailer:

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Roteiro: James Vanderbilt
Produtores: Brad Fischer,Harald Kloser, James Vanderbilt, Laeta Kalogridis, Larry J. Franco e Roland Emmerich
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Nota: Eu gosto de Emmerich, de verdade. Tem alguns trabalhos (vários) que eu acho pequenas obras de arte, como Stargate (1994), “The Thirteenth Floor” (1999 – Que ele produziu)” mas principalmente “Anonymous” (2011). Não sou chato demais ao ponto de ficar descendo a lenha em BlockBusters de ataques a Casa Branca, só me canso de não mudarem a estrutura desses filmes.

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